20/04/2016
MISCELÂNEA CANASTRA
Eleva a canastra como quem eleva a cidade, mãos na anca, chinelas por Lisboa e o mar que embala o nosso sal, em cada pregão.
“Ó freguesa desça a baixo. Há peixe para dar e vender.”
Espreite (a canastra), sinta o aroma e descubra o mar português. Tem a vida dos nossos pescadores. E a sua luta.
A coragem tem um nome: Portugal.
20/04/2016
MISCELÂNEA LEMBRANÇA
Se um dia partires leva os momentos e os sorrisos; os sons de pandeireta que festejam a vida e a guitarra que murmura um segredo. Um fado.
Recorda que a lua se escreve de branco e que a andorinha voa em tons de noite.
Se um dia quiseres escreve o nosso amor em tom de giz. A narrativa das gentes. E a lembrança de um país que se cumpriu. Nesta caixa.
A história tem um recanto: Portugal.
20/04/2016
MISCELÂNEA ALCOFA
Pediste-me uma prova de afeto, uma revelação de alma, e desde logo me lembrei da amendoeira - dorme à sombra do teu sorriso.
Trouxeste a toalha das festas? Eu não me esqueci dos doces, dos licores, e desta certeza que me afogueia desde que te conheci.
Abanicos? Guarda-o na alcofa.
Por ora só preciso de ti. Vens?
O desejo declama-se numa palavra: Portugal
20/04/2016
MISCELÂNEA TROUXA
Faz a trouxa, Maria.
O comboio ameaça partir e esta terra já não é nossa. Traz os preparos do corpo que os de alma já seguiram viagem. Olha a boina, olha as meias, olha o cheiro a alecrim. Sente o vento, abre a janela - vê o apeadeiro, o seu chinfrim. Só falta falar com o rendeiro.
A minha barba! Onde está o estojo?
Na trouxa, Manel! Na trouxa.
Há viagens que começam cá dentro: Portugal.
25/06/2015
A aprender com quem sabe!
Com Tim Vieira, em Fórum Empresarial do Alentejo, NERE.
16/06/2015
Alentejo Exportar + 2015, Pardal - Leva o melhor de Portugal
15/12/2014
Brinquedos que podem ser partilhados por quem já brincou com eles noutros tempos. Uma sugestão para tornar ainda mais especial o natal em família!
15/12/2014
Porque os dias vão frios, mas os pés querem-se quentes. Os chinelos artesanais Pardal são uma boa companhia para ter e para dar!
10/12/2014
Por aqui nem se sente o frio! Se está em Évora, venha visitar-nos junto ao mercado municipal. Esperamos por vós!
03/12/2014
ALCOFA
Pediste-me uma prova de afeto, uma revelação de alma, e desde logo me lembrei da amendoeira - dorme à sombra do teu sorriso. Trouxeste a toalha das festas? Eu não me esqueci dos doces, dos licores, e desta certeza que me afogueia desde que te conheci. Abanicos? Guarda-o na alcofa. Por ora só preciso de ti. Vens?
O desejo declama-se numa palavra: Portugal.
03/12/2014
TROUXA
Faz a trouxa, Maria. O comboio ameaça partir e esta terra já não é nossa. Traz os preparos do corpo que os de alma já seguiram viagem. Olha a boina, olha as meias, olha o cheiro a alecrim. Sente o vento, abre a janela - vê o apeadeiro, o seu chinfrim. Só falta falar com o rendeiro. A minha barba! Onde está o estojo?
Na trouxa, Manel! Na trouxa.
Há viagens que começam cá dentro: Portugal.
03/12/2014
CANASTRA
Eleva a canastra como quem eleva a cidade, mãos na anca, chinelas por Lisboa e o mar que embala o nosso sal, em cada pregão. “Ó freguesa desça a baixo. Há peixe para dar e vender.” Espreite (a canastra), sinta o aroma e descubra o mar português. Tem a vida dos nossos pescadores. E a sua luta.
A coragem tem um nome: Portugal.