Galeria Teo

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Mobiliário brasileiro modernista original de 1940 a 1970. mobiliário brasileiro original de 1940 a 1970.

original brazilian modernist furniture from the 1940's to the 1970's

Photos from Galeria Teo's post 27/05/2026

O metal cromado atravessa boa parte da história do mobiliário moderno. Leve, preciso e industrial, o material transformou estruturas em desenho e ajudou a definir uma nova linguagem para os interiores do século XX.
Nas imagens, o sofá e a poltrona brancos produzidos pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, a poltrona da linha Kopenhagen, de Geraldo de Barros para a Hobjeto, e peças de autoria não identificada revelam diferentes interpretações dessa linguagem moderna construída em metal.

Photos from Galeria Teo's post 23/05/2026

Nesta mesa de centro, luz e sombra, transparência e estrutura revelam a sofisticação construtiva do moderno brasileiro. A leveza define seu desenho: o tampo de vidro parece desaparecer na fluidez das curvas em jacarandá e, sob ele, a prateleira em ripas projeta a composição em um jogo de linhas, entre cheios e vazios.

foto:

21/05/2026

Encontros Insólitos recebe a poltrona Amanta como ela merece: no plural, ocupando o espaço como uma coreografia.
Criada por Mario Bellini para a C&B Italia Spa, em 1966, e produzida no Brasil pela Probjeto, Amanta foi um dos primeiros sistemas modulares do design italiano. Cada elemento independente, cada combinação única. Aqui, os módulos em curva criam um caminho em diálogo com o moderno e com a arte de Célia Cymbalista – um convite ao percurso.
A exposição segue aberta na Galeria Teo, em Pinheiros.


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18/05/2026

Em Encontros Insólitos, forma, matéria e memória colocam o design moderno brasileiro em diálogo com as esculturas de Célia Cymbalista.
A exposição segue aberta ao público na Galeria Teo, em Pinheiros, até dia 30 de junho.

SEGUNDA-SEXTA: 09h às 18h
SÁBADO: 10h às 14h

Photos from Galeria Teo's post 16/05/2026

Criada por Jorge Zalszupin e editada pela L’Atelier entre 1959 e 1968, a cadeira Kanguru carrega no próprio nome uma pista: vista de perfil, a curvatura do assento e os pés em aço formam a silhueta de um canguru em equilíbrio – tensão entre apoio e suspensão que
define a leveza visual da peça.
Com o assento e o encosto em jacarandá laminado moldado, unidos por parafusos aparentes
em latão com fenda em cruz, Zalszupin não esconde a construção e faz dos encaixes e fixações parte do desenho.

foto:

14/05/2026

A coleção de bichos de Abraham Palatnik leva à mesa os elementos centrais de sua obra: cor, luz e movimento.
Produzidos em resina de poliéster na Silon, fábrica criada por Palatnik e seu irmão, os objetos parecem mudar conforme a luz atravessa a matéria ou o olhar se desloca ao redor deles. Pequenos e lúdicos, os bichos revelam a força da arte cinética que marcou sua trajetória.

Photos from Galeria Teo's post 12/05/2026

Na luminária de mesa da Dominici, cada detalhe parece existir em perfeito equilíbrio: a delicadeza translúcida da opalina encontra a força sutil dos elementos metálicos, criando um desenho limpo, elegante e atemporal.

Foto:

Photos from Galeria Teo's post 09/05/2026

O icônico acabamento taqueado nasceu de uma sensibilidade: o reaproveitamento de sobras de jacarandá da oficina L’Atelier. Em vez de descartar os retalhos da madeira, Zalszupin os transformou em tacos usados para cobrir a superfície dos móveis através de uma marchetaria sofisticada.
Estas peças, c. 1960, exemplificam essa técnica, onde cada pequeno bloco de madeira conta uma história diferente através de seus veios e tons. O resultado é um padrão que se tornou uma das marcas inconfundíveis do designer. Um visual único que só o tempo e o talento artesanal conseguem criar.

Photos from Galeria Teo's post 07/05/2026

Célia Cymbalista é uma das vozes fundamentais da cerâmica no Brasil. Ao longo dos anos, aprofundou sua prática em centros internacionais de referência, como a Alfred University (EUA) e o EKWC (Holanda). Seu trabalho foi apresentado no MASP, no MAM, na Pinacoteca, no Instituto Moreira Salles e no Stedelijk Museum Schiedam, na Holanda.

O que move sua obra é a matéria em transformação. Marcas, tensões e acidentes do processo não são corrigidos, mas incorporados. Do pequeno objeto que cabe na mão às grandes esculturas que tensionam o espaço, suas peças habitam sempre um limite: pesadas e leves, concretas e suspensas.

Célia Cymbalista vive e trabalha há cerca de 30 anos às margens da Represa de Guarapiranga, em São Paulo, entre o forno, o jardim e a memória depositada na matéria.

Parte de sua obra pode ser vista na exposição Encontros Insólitos, na Galeria Teo, em São Paulo.

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